diante de uma cena dessas e ter de admitir que estou de volta "ao lar".É lamentável que certas coisas nao mudem, infelizmente...
No ano passado, a Kellogg’s lançou um cereal inspirado em animais selvagens, como ursos polares, focas e pandas, em parceria com o canal Animal Planet. As fotos desses animais fofos na caixa do produto garantiu o seu sucesso. Crianças e marmanjos passaram a colecionar as caixas, só para poder admirar os bichinhos, sempre em situações mimosas, longe de qualquer ameaça. Mas será que o conteúdo da embalagem causa efeito tão agradável quanto as fotos?
Segundo o blog Cheap Eats, que avalia opções baratas de comida, os cereais integrais em forma de bichos não se parecem muito com animal nenhum, mas com pedras. O autor escracha com o produto e se diz colossal, epica, elefantinamente decepcionado, especialmente pela quantidade de açúcar e pelo sabor artificial de baunilha. Depois diz que os flocos de cereal não se parecem com pedras, mas com dentes molares de urso polar sem a raiz. Quanta maldade.
(Francine Lima)
…observe a foto abaixo.
Aí está aquele lindo e doce bebe foca depois
de seu encontro com o homem…
Mas ele não está sozinho!juntamente com
ele outros milhares de bebes focas são mortos
Ainda assim muita gente não liga para essa
deplorável situação, a que ponto chegou
a insanidade humana?
Muitas pessoas apenas ign
Se a situação fosse essa…todos lutariam contra…
Se você está cansado dessa situação deprimente, então junte-se as pessoas que protestam contra esses atos infames!Apenas click no link abaixo e assine a petição contra a matança de focas no Canadá.
http://www.altarriba.org/peticion-focas.php
| 1 - Kosovo No fim dos anos 90, os sérvios tentaram suprimir a campanha de independência da província de Kosovo, cuja população tinha maioria de descendentes de albaneses. Embora Kosovo tivesse apenas cerca de 10% de sérvios, estes consideravam a região como berço de sua cultura. Em 1998, a polícia e o Exército sérvios reprimiram protestos dos albaneses. A comunidade internacional pressionou as duas partes a aceitar um plano de paz, com autonomia para Kosovo. Os sérvios recusaram. Forças sérvias, sentindo a pressão, iniciaram uma campanha de “limpeza étnica”. A idéia era expulsar os descendentes de albaneses da região. Pelo menos 2 mil pessoas foram mortas e centenas de milhares fugiram para Albânia, Macedônia e Montenegro. A exemplo da coalizão que haviam montado para expulsar tropas iraquianas do Kuwait, em 1991, os Estados Unidos lideraram uma força internacional que bombardeou a Sérvia até obter a retirada de suas forças de Kosovo. A ONU assumiu o controle. Metade dos 100 mil sérvios da região fugiu. Neste ano, Kosovo declarou sua independência – que os sérvios não aceitam. |
| 2 - Afeganistão Desde janeiro de 2001, os Estados Unidos e o Reino Unido pressionavam o regime Taleban do Afeganistão a entregar o arquiterrorista Osama Bin Laden. Sem sucesso. Quando os suicidas da Al Qaeda atacaram as torres gêmeas e o Pentágono, em setembro, os americanos partiram para a ação. Tiveram o beneplácito do mundo todo, mas tropas mesmo praticamente só dos EUA e do Reino Unido. O ataque americano lançado em outubro de 2001 demorou dois meses para derrotar o regime fundamentalista dos talebans. Era o início da Guerra ao Terror: os EUA, atacados, lançavam todo o seu poderio em defesa de seus próprios interesses, estivessem ou não ligados aos dos blocos tradicionais de aliança. A guerra no Afeganistão também serviu para lançar a doutrina militar do então secretário de Defesa, Donald Rumsfeld: os EUA deveriam ser capazes de vencer guerras por meio do poderio aéreo, da superioridade tecnológica e do apoio de tropas especiais contra insurreições locais. No Afeganistão, funcionou como se fosse um exercício baseado num manual. No Iraque, não. |
| 3 - Iraque A Guerra do Iraque é o grande símbolo da década. Iniciada em 2003, produziu em menos de três meses o resultado militar estabelecido: derrubar o regime de Saddam Hussein. Ao custo de milhares de mortos civis no Iraque e de mais de 5 mil soldados americanos. O que veio antes e o que se seguiu a isso, no entanto, são as marcas principais de nosso tempo. A insistência dos EUA em resolver militarmente o problema de Saddam Hussein, acusado pela ONU de tentar fabricar armas de destruição em massa, provocou uma forte divisão no mundo. Os Estados Unidos e o Reino Unido se opuseram a França, Alemanha e Rússia, entre as potências. As dificuldades dos americanos em administrar a guerra pareceram dar razão aos críticos da solução militar e isolaram os EUA. Os escândalos de tortura nas prisões do Iraque e na base americana em Guantánamo só pioraram a reputação americana. |
Marcelo Musa Cavallari
| Fotos: Jean-Marc Bouju/AP, Cecilio M. Ricardo Jr./AFP e Newscon |
| Reprodução |
| O HOMEM COMO SENHOR Gravura asiática retrata a caça entre os nobres: animais usados para diversão dos ricos |
Desde a Idade da Pedra o homem se empenha em
tirar o máximo de lucro da natureza. Só a atual
geração humana se preocupa com preservação
Os países ricos da Europa são admirados no resto do mundo pelo cuidado que têm com o meio ambiente. Alemanha, Holanda, Inglaterra e os países escandinavos viraram exemplo de como é possível conjugar desenvolvimento com respeito à natureza. A preocupação ecológica é sinal de civilização. Essa é uma concepção recente. Tem menos de quarenta anos. Antes disso, salvo algumas exceções, a idéia de civilização era relacionada ao potencial que uma sociedade tinha de subjugar, explorar e transformar o mundo natural. "Se a natureza for contra nós, seremos contra a natureza", eram as palavras de ordem do conquistador do século XIX Simon Bolívar, libertador da Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia. Subjugar a natureza foi a chave evolucionária que deu asas à ambição humana desde o paleolítico, quando o Homo sapiens começou a se impor como espécie dominante do planeta.
O filósofo grego Platão nota, em seus Diálogos, escritos há 2 500 anos, que as áreas de floresta nativa da Grécia já naquele tempo, de tão raras, eram usadas como locais de culto aos deuses das árvores. Os romanos produziam sujeira com a mesma liberdade com que ampliavam seu território imperial. Roma era um exemplo de cidade poluída, com fuligem, poeira, restos de curtimento de couro e de metais. O esgoto não tratado corria livre pelas ruas rumo aos rios. O mundo ainda tinha vastidões de florestas, habitadas por povos à margem da civilização.
As práticas de conservação visavam apenas à preservação do patrimônio de reis e potentados. Preocupados em zelar pela população dos animais que eram alvo de caçadas, soberanos ingleses acabavam conservando indiretamente os habitats em que esses bichos viviam, as chamadas florestas reais. Uma das iniciativas mais antigas de que se tem registro é um decreto do ano 1084 do rei William I, o Conquistador. Ele determinou um minucioso inventário de terras, bosques, áreas agrícolas e reservas para caça. Os alemães são apontados como os primeiros a se preocupar com o manejo das florestas – basicamente de pinheiros e coníferas. Eles dominavam a técnica da extração rotativa, que consistia em explorar alguns hectares, retirar a madeira e fazer o replantio de árvores. Em seguida, repetiam o processo em outra área, até que, depois de algumas décadas, a primeira terra explorada se havia recuperado. No entanto, a escala de destruição da natureza aumentou muito durante o século XVIII e ofuscou essas práticas isoladas.
No século XIX, as florestas eram vistas como fonte de riqueza que deviam produzir o máximo de lucro antes de ser abandonadas. O historiador Simon Schama, em seu livro Paisagem e Memória, conta como foi o processo de destruição de uma das maiores reservas da Europa, a Floresta Bialowieza, entre a Polônia e a Lituânia. Na época, a Polônia era domínio russo destinado a gerar o maior lucro possível. A floresta foi vorazmente devastada a partir das últimas décadas do século XIX, pois a região fornecia madeira como matéria-prima e combustível para o crescimento econômico da Alemanha. As toras de madeira nativa eram usadas principalmente para fabricar dormentes para a crescente malha ferroviária no Leste Europeu e também para construir vagões. Entre os animais que viviam na floresta, o bisão foi praticamente extinto. O esforço de recuperação da região teve início depois da II Guerra. As espécies de animais sob risco de extinção, como o bisão, começaram a ser reabilitadas pela introdução de algumas dezenas de exemplares que viviam em cativeiro em zoológicos e propriedades privadas de outros países europeus. Hoje, os 10 000 quilômetros quadrados que restaram da Bialowieza são a última amostra de floresta primitiva intacta na Europa.
A preocupação ambiental que incidiu sobre a Floresta de Bialowieza é reflexo de um fenômeno paralelo à devastação em escala industrial. Em 1866, o naturalista alemão Ernest Haeckel, seguidor das idéias de Darwin, usou pela primeira vez o termo ecologia, cunhado a partir da junção de duas palavras gregas, que significa "a ciência que estuda a natureza". Na mesma época, nos Estados Unidos, começaram a ser discutidas formas de preservação próximas das que conhecemos hoje. O engenheiro florestal americano Gifford Pinchot argumentava que a natureza era uma dádiva divina para uso cuidadoso e racional do homem. Em outra ponta, o filósofo conservacionista John Muir acreditava que a destruição era inerente ao homem, e a natureza precisava ser protegida. Em 1872, os Estados Unidos criaram – por decreto do Congresso – o primeiro parque florestal do mundo, o Yellowstone, com 8 000 quilômetros quadrados, no Estado de Montana, no norte do país.
| Reprodução |
| AS FLORESTAS VIRARAM NAVIOS Alguns historiadores situam os primórdios da exploração dos recursos ambientais no Renascimento e nas revoluções científicas dos séculos XVI e XVII, épocas em que, para eles, a humanidade, no Ocidente, começou a tratar a terra como uma máquina que nunca se quebraria, por maiores que fossem os abusos. Nesse período, a destruição de florestas temperadas européias foi uma decorrência do uso da madeira como matéria-prima para construir navios, casas e para o aquecimento. Nos locais das antigas florestas, o solo era ocupado por plantações destinadas a abastecer as grandes cidades, cada vez mais populosas e vorazes no consumo de produtos agrícolas |
Hoje às 11h, o Greenpeace vai transmitir ao vivo, pela internet, uma
queimada na Floresta Amazônica..
Os internautas que entrarem no site www.greenpeace.org.br vão poder
acompanhar em tempo real o trabalho de campo da equipe da organização.
Essa é a primeira vez que uma queimada é transmitida ao vivo. A queimada é ilegal. A transmissão será de uma área protegida - terra pública - ao longo da BR 163, que vai de Cuiabá a Santarém. A ocupação e o fogo ali são criminosos.
Quem não puder acompanhar a entrada ao vivo poderá ver o vídeo que
ficará disponível no mesmo endereço.
(Alexandre Mansur)
Já pensaram para onde estamos
indo com essa "racionalidade humana"?
A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...
O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.
As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...
Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."
(Fotos e informações do artigo de Abigail Haworth publicado na revista Marie Claire, 2001, edição norte-americana)
Aqui, algumas mães jogam seus recém-nascidos em rios ou os deixam ao sabor da sorte em latas de lixo...
Não existem explicações para o inexplicável ou talvez sejam por demais violentas para que possamos entender e continuar levando nossa vidinha de sempre...
Que mundo é esse?
Massacre do Golfinho
"Portugal prende, humilha e dá ultimato a brasileiros. Governo Lula nem soube...
Todos os brasileiros detidos hoje na cidade de Tomar, em Portugal, já foram liberados. Eles foram seqüestrados em seus locais de trabalho e mantidos incomunicáveis durante mais de doze horas. Não tiveram direito a telefonar aos familiares ou advogados, não foram alimentados e nem puderam sequer se sentar. Receberam um documento dando prazo de 20 dias para que regularizem a situação ou deixem o país. Foram detidos 23 trabalhadores de um frigorífico e 40 em outro. Eles prestam serviço como desossadores em frigoríficos, função que não atrai portugueses. As fábricas acabam contratando mão-de-obra brasileira, por intermédio de uma empresa terceirizada, o que é interpretado como uma irregularidade pelas autoridades portuguesas. Mas os brasileiros com quem a coluna conversou garantem serem registrados como autônomos e fornecem aos frigoríficos recibos, sobre os quais recolhem os impostos devidos ao fim do ano. O Ministério das Relações Exteriores, a embaixada e até o consulado-geral do Brasil em Lisboa foram informados do fato pela coluna."