Nome Completo: Bola de neve II (mas recebeu o nome de Smokin quando Lisa descobriu que a gata tinha outra família Idade:? Sexo:Feminino Profissão: Gata da família Simpson Parentescos: Os Simpsons (donos) Primeira Aparição: O prêmio de Natal
Bola de Neve II é o quinto gato dos Simpson, mas chama Bola de Neve II, pois deste jeito não precisaram mudar o nome no prato que era do gato anterior. Lisa e Bart já tiveram quatro gatos e todos eles morreram tragicamente e os dois ficam tristes quando se lembram disto.
28 dezembro, 2009
Chuvisco
Mais uma tradicional perseguição de um gato chamado "Chuvisco", sobre dois ratos, "Plic & Ploc".
Uma frase marcante para chuvisco: - Voltem para suas casas seus ratos miseráveis!
- Seus ratos miseráveis!
Chuvisco é um gatão laranja do desenho de Hanna Barbera. Ele é bem mau humorado e sempre está tentando dar uma lição nos ratinhos Pilc e Ploc, uns camundongos brancos (um de gravata borboleta outro de colete). Um frase característica de Chuvisco é: “Voltem para suas casas seus ratos miseráveis!”
Figaro é o gato arteiro de Gepeto, o criador e vô do Pinóquio. Ele é pequeno, preto e branco e com olhos amarelos. Sempre está atrás do peixinho dourado que fica na oficina do seu dono.
Uma gata branca com traços humanos que usa um laço ou flor na orelha esquerda e não possui boca. Ela tem uma irmã gemea chamada Mimmy e namora um gatinho branco (semelhante a ela) chamado Daniel. Nos desenhos animados Hello Kitty tem uma boca.
Patenteada em 1976, a Hello Kitty é hoje uma marca mundialmente conhecida.
A Hello Kitty foi criada originalmente pelo designer da Sanrio, Ikuko Shimizu, em 1974. Shimizu deixou a companhia aproximadamente um ano depois.
O segundo designer, Setsuko Yonekubo, assumiu por cinco anos até 1980, quando essa tarefa foi dada a Yuko Yamaguchi, que ainda está à frente do trabalho. O personagem apareceu originalmente em pequenos artigos para jovens meninas, como bolsinhas para moedas.
Um enorme gato falante, criado por Dr. Seuss, que usa uma cartola vermelha e branca. O Gato, junto com o peixe de estimação também falante e os agitados assistentes do felino.
Eek! the Cat foi transmitido de 1992 a 1997 na Fox Kids Network. Conhecido variadamente como Eek! the Cat, Eek! and o Terrível Thunderlizards e finalmente Eek!stravaganza durante seus cinco anos rodados, foi o melhor desenho animado já feito! Com piadas que apenas adultos conseguem entender, ele rapidamente se tornou um favorito entre crianças e adultos. Ele foi depois transmitido novamente na Fox Family nas manhãs dos dias de semana de Outubro de 1998 a Maio de 1999.
Natural da província inglesa de Cheshire, Lewis Carroll incluiu na sua Alice no País das Maravilhas um felino a quem deu precisamente o nome de Gato de Cheshire. Capaz de aparecer e desaparecer quando lhe apetece, o felino enceta diálogo com Alice, conseguindo tanto aborrecê-la com as suas tiradas filosóficas como diverti-la, sobretudo quando é condenado à morte e desaparece, colocando em causa a decapitação de uma criatura sem cabeça.
Mas a imagem de marca da curiosa personagem de Carroll é mesmo o sorriso de orelha a orelha, que mantém em alguns dos seus desaparecimentos totais.
A origem do Gato de Cheshire não é consensual. Teorias defendem que o escritor se inspirou numa gravação presente numa igreja de Croft-on-Trees, no Nordeste de Inglaterra, onde o pai havia sido vigário. Outras dizem que se trata da reprodução de uma gárgula encontrada na Igreja de St. Nicolas em Cranleigh, localidade que Carroll visitava frequentemente quando vivia em Guilford. E há ainda quem atribua a origem da personagem a outra gravação numa igreja de Cheshire, terra-natal do autor.
E a lenda do Gato não se fica por aqui. Diz-se também que a frase sorrindo como um gato do Cheshire popularizada em Alice tem origem no facto de a província ser conhecida pelo seu queijo em formato de gato sorridente, que era cortado a partir da cauda, sendo a última parte comida a da cabeça. Uma explicação mais simples, e também ela relacionado com o Cheshire, aponta para o facto de os produtos lácteos da região fazerem os gatos felizes e logo eles expressarem essa felicidade com um enorme sorriso.
O felino ficou famoso ao ponto de ter tido, até final dos anos 70, um monumento junto ao porto de Chester. Consta que os gatos ali se sentavam, nas docas, à espera que os ratos abandonassem os navios que transportavam os produtos lácteos para Londres, o que levanta mais uma hipótese para o nascimento do popular felino.
Sylvester (Frajola no Brasil, Silvestre em Portugal), é um gato meio bobo e obcecado em devorar aquele passarinho cabeçudo. O que é perfeitamente normal, tendo em vista que gatos comem pássaros. Eu estou dando uma de advogada do Frajola porque às vezes ele é meio desprezado por querer comer o passarinho aberração. Não achei a história do Frajola, mas um texto muito interessante de indignação.
"Você já a viu em todos os desenhos de Frajola e Piu-Piu a que assistiu. Neles, Frajola é sempre mostrado como um gato malévolo e burro, cujo único objetivo na vida, o de comer Piu-Piu, frustra-se a cada tentativa pela suposta inteligência superior do canário.
Frajola e Piu-Piu, que já existiam separadamente no cinema, foram acoplados em 1949 por um desenhista da Warner Bros., Friz Freleng. Ou seja, há 51 anos as crianças do mundo inteiro vêm sendo ensinadas que, mesmo prevalecendo-se de seu tamanho, força e agilidade para atacar um tíbio canário, os gatos não passam de uns grandes palermas.
Mas seria o canário assim tão tíbio? Nos 41 desenhos de Frajola e Piu-Piu criados por Freleng de 1949 a 1964 (e exibidos dia e noite pela televisão, até hoje, dando a impressão de que foram centenas), há algo mais por trás da aparente infantilidade do herói ("Eu acho que vi um gatinho"). Na verdade, Piu-Piu é um cínico e um sádico.
Os desenhos o mostram invariavelmente equipado com recursos para fuzilar, retalhar, esmagar, picotar e achatar Frajola - e isso é considerado ético pelos desenhos animados, nos quais o "mais fraco" sempre derrota o "mais forte".
Mas Piu-Piu (cuja popularidade foi reativada há pouco pela Warner, que o estampou mundialmente em camisetas, jaquetas, meias, tênis, adesivos e bonecos) não é o único personagem de uma campanha que ajuda a diminuir, humilhar e provocar um desapreço das crianças pelos gatos."
Fritz, The Cat é o mais ácido e divertido comentário a respeito dos míticos anos 60. É um marco na história da contracultura. E é a história que transformou o desenhista Robert Crumb, muito a contragosto, em um dos mais respeitados, aclamados e polêmicos artistas da América.
Por causa de Fritz, Robert Crumb passou a ser um herói da juventude rebelde dos anos 60, comparado a Bob Dylan e alvo do assédio da indústria cultural. No final dos anos 60, o sucesso do personagem saído do mundo underground era tamanho que já havia dois antologias com suas histórias. E que criou-se uma versão cinematográfica, grande sucesso de bilheteria. Crumb então fez aquilo que tantos astros pop anunciam mas nunca cumprem: voltou às costas para o sucesso e matou o personagem tão popular.
Um trecho da história que descreve a morte de Fritz (assassinado por uma avestruz enciumada). Fritz, The Cat Robert Crumb
Corria o ano de 1919, quando o personagem Master Tom, um gato, se estreou numa curta metragem para a Paramount Pictures chamada Feline Follies (qualquer coisa como Folias Felinas). O filme foi produzido pelo estúdio de animação do Australiano radicado nos Eua, Pat Sullivan e o desenho foi realizado pelo cartunista e animador Otto Messmer. Fez tanto sucesso que a Paramount encomendou mais curtas com o Gato Tom. Só que o produtor John King teve uma tirada genial: o gato foi rebaptizado como Félix, numa alusão às palavras latinas Fellis (felino) e Felix (sortudo, feliz). E assim surgiu o Gato Félix, o primeiro dos desenhos animados.
Em 1922 Pat Sullivan passou a distribuir os desenhos animados e em 1923 o Gato Félix já era estrela de cinema (Felix in the Hollywood). Nas tiras de jornais, em 1924, o animador Bill Nolan redesenhava a personagem deixando-o mais arredondado e mais parecido com o que nós conhecemos hoje. Em 1928 o Gato Félix aparecia pela primeira vez na televisão (ainda que só os técnicos tenham visto a estréia de Félix na TV, pois naquela época quase ninguém tinha televisão em casa, mas isso é outra história!).
Com tanta gente envolvida no seu surgimento, é natural que durante muito tempo houvesse disputa pela paternidade do Gato entre Otto Messmer (o desenhista empregado) e Pat Sullivan (o produtor e dono do estúdio). Sullivan afirmou durante muito tempo que o gato era criação dele, que ele havia feito os esboços iniciais. Só muito tempo após a sua morte é que os funcionários do estúdio tiveram coragem de creditar Félix como criação de Otto Messmer.
Quem se lembra das aventuras de um cachorro e um gato amigos, Ruff and Reddy ou no bom português, Jambo e Ruivão?
Personagens Principais : Jambo (Ruff); Ruivão (Reddy); Professor Gizmo Sinopse:Um cão e um gatinho vivendo histórias de ação e aventura divididas em dezenas de episódios de curtíssima duração ! Eu Lembro: Do narrador apresentando...: "No último capítulo, Jambo e Ruivão..."
Idealista, criativo, inseguro, portador de uma bagagem cultural mais sortida que profunda. Tem todas as sonatas de Beethoven, mas já foi visto num karaokê, dando tudo de si pra impressionar a gatinha. E conseguiu.
ELA Não gosta de ser definida como fêmea do gato; é uma fêmea absoluta, acima das espécies e das estrelas. Curte Luiz Melodia, acredita em batman, sonha com números e aposta tudo em sexo bizzaro.
A gata apareceu primeiro, contrariando os cânones da Criação. O gato veio porque sentiu o cheiro. A gata tem plena consciência de ser gata, parte integrante do grande ciclo da boa vida. O gato é bem mais confuso, tem dificuldades em marcar seu território, mantém a guarda de um filho com uma ex (o famoso Messias), e de vez em quando dá uma dentro. Secretamente, é o Flying Cat e produz uma série interminável chamada Safira do Faraó.