27 julho, 2010

Snow Bal II


Nome Completo:
Bola de neve II (mas recebeu o nome de Smokin quando Lisa descobriu que a gata tinha outra família
Idade:?
Sexo:Feminino
Profissão: Gata da família Simpson
Parentescos: Os Simpsons (donos)
Primeira Aparição: O prêmio de Natal

Bola de Neve II é o quinto gato dos Simpson, mas chama Bola de Neve II, pois deste jeito não precisaram mudar o nome no prato que era do gato anterior. Lisa e Bart já tiveram quatro gatos e todos eles morreram tragicamente e os dois ficam tristes quando se lembram disto.

25 julho, 2010

Ponto Fraco

Nada de risos, risinhos ou piadinhas sem graça, quem leu ou ainda lê o que planto neste quintal, deve se lembrar da infância e o que era ser criança, portanto, que apague esse risinho debochado.

Duvido que não sintam saudades daquele tempo, mesmo que nem tudo tenha sido diversão alguma coisa de quero mais ficou.

Fui criada solta, livre e arteira. Raras as vezes que não voltava pra casa cheia de hematomas, roupa rasgada, despenteada e sujinha.

- Sofria!

Depois do banho, minha mãe enfiava o pente nos cabelos que vinham pela cintura sem dó nem piedade para desfazer os nós e sempre praguejando e pedindo a Deus se um dia eu seria uma menina comportada. Ai de mim se derramasse uma única lagrima, tava lascada...

Lembro como se fosse hoje uma tortura e um ódio sem fim daquelas madeixas que pagaram seu preço mas isso é uma outra história. Enfim, nada que uma boa noite de sono não fizesse esquecer e quando amanhecia lá ia eu jogar bola, andar de bicicleta, pular corda, jogar pião e bola de gude,empinar as pipas que eu fazia e às vezes até vendia, arrumar briga com a “turma da rua de cima”, fazer guerra de mamona, procurar tesouros nos terrenos baldios, leia-se lixo que minha mãe num puxão de orelhas fazia jogar tudo fora e ainda levava um rosário de broncas.

Pescar "girinos” que levava em latas para casa só para, inconformada, vê-los fazendo a viagem de volta descarga abaixo, e mais uma série de “sermões”, gritos, broncas e tudo que uma menina levada tem direito.

- Brincar de bonecas? Eu? Xiiiiiii, a única brincadeira que me lembro era a de pintar-lhes a cara com caneta e levar umas boas chineladas por estragá-las.

Mas o amor e o gosto pelas brincadeiras de meninas comportadas vieram na adolescência e seguiu pela vida. Antes de a Fê nascer ela já tinha uma séria coleção de bonecas que herdou da mãe e claro, acabou por destruí-las. A diferença é que logo cedo ela pegou gosto pela coisa e como eu a enchia de bonecas, que eu mesma escolhia é claro, acabávamos por brincar juntas e as destruições em massa acabaram.

A minha desculpa, quando ela mantinha as bonecas expostas pelo quarto era, a cada 3 meses, fazer uma faxina: dar banho, lavar e passar as roupas, pentear os cabelos, enchê-los de bobis e grampos, fazer penteados e vesti-las.

A filha cresceu e empacotou as bonecas, mas a mãe uma vez por ano faz o mesmo ritual que já dura 22 anos, com a desculpa de que elas devem ser conservadas para os netos.

De comum acordo sempre doamos os brinquedos, algumas bonecas e acessórios, com aperto no coração, mas alegre por ter visto alguns rostinhos se iluminarem diante daquelas maravilhas.

O fato é, eu adoro boneca, se for uma barbie então, fico maluca...

Coisa de menina, acho...Sei lá!

24 julho, 2010

Cachoeiras


Gosto de mar e gosto mais ainda de rios. Gosto muito de cachoeiras...


A Trilha das Sete Cachoeiras está localizada no distrito de São Luís do Paraitinga , a apenas 170 km de São Paulo, com diversas cataratas e poços de água cristalinas, com direito a deliciosos banhos. Este é o tipo de roteiro perfeito para quem vive em São Paulo, já que no mesmo dia é possível conhecer a paisagem e retornar.


A Trilha das Sete Cachoeiras é rica em belezas naturais e trilhas de diversos níveis. A caminhada é feita por um trecho remanescente de Mata Atlântica com pouca variação de altitude, por trilhas abertas, com pontos bem demarcados e com alguns pontos escorregadios, principalmente próximo às cachoeiras.

13 julho, 2010

Quem agride um animal pode ser um psicopata?


A veterinária Heidi Ponge-Ferreira, leitora deste blog, postou um comentário interessante ontem. Para Heidi, que é perita em veterinária legal, os crimes contra os animais estão ligados aos crimes contra as pessoas. Segundo ela, a polícia poderia identificar pessoas propensas a atos de violência contra os outros se atentasse para as agressões aos animais. Heidi afirma que o FBI americano já estabelece essas conexões.
Diz Heidi:Através de uma abordagem consciente e científica, pode-se caracterizar os crimes contra os animais ou contra o meio ambiente em diversos grupos e com isso alimentar ferramentas de geoprocessamento da violência humana. Além de estabelecer parâmetros de ocorrência de tipos de violência de maneira preditiva, pode-se estabelecer ações prentivas ou educativas. Maus tratos contra os animais pode ser um prenúncio de uma psicopatia, ou sinalização de abuso ou violência doméstica, implica em alguns casos em sérios riscos de saúde pública e raramente fica restrito à espécie canina.
O estudo de medicina veterinária legal ou veterinária forense (como é conhecido no exterior) desenvolveu-se muito nos últimos anos e é preciso treinar equipes especializadas como numa força-tarefa da justiça justamente para evitar equívocos, não confundir a caracterização de ocorrências. A sociedade brasileira continua alheia aos processos de aprendizagem social (e humanitária).


Mãe do Ouro


Há muitos anos atrás existia em Portugal uma jovem rica chamada Maria . Ela foi seduzida por Pedro , que pediu para que esta moça colocasse todo o seu tesouro num baú e fugisse com ele para o Brasil .

Quando os dois desembargaram em terras tupiniquins , casaram – se . Porém , alguns dias depois do matrimônio , Pedro matou a esposa e a enterrou dentro de uma caverna , onde havia escondido o tesouro da companheira .

Na noite seguinte Henrique , um jovem pobre , andava perto da região da caverna . Quando , de repente , avistou uma bola de fogo dourada e começou a segui – la até o local . Chegando lá , o moço descobriu o tesouro e ficou rico .

Numa outra noite esta moça voltou com o seu formato de bola de fogo , foi até a casa onde estava seu ex – marido e queimou a residência com o seu ex – companheiro junto .

Naquela mesma vila Maria descobriu que Dalva era maltratada pelo seu marido , Eusébio . Então numa noite de Lua cheia o espírito de Maria entrou no mesmo bordel que o marido de Dalva freqüentava , seduziu este homem e convenceu o rapaz a ir até a sua caverna . Chegando no local Maria matou esta pessoa . Assim a partir daquela noite esta moça passou a perseguir todos os homens que maltratam as suas esposas . Dizem que esta assombração existe até hoje , indicando cavernas onde há jazidas de ouros para os pobres e castigando os maridos maus , seu apelido popular é Mãe – do – Ouro .

09 junho, 2010

Meu Garoto - Brasil Hexa

O ufanismo é comum nessas ocasiões, leia-se compa do mundo a febre nacional. Eu não nego a minha loucura fervendo nas veias quandoa bola começar a rolar nos gramados da Africa do Sul.

Assim como também não nego que vou colocar a bandeira na janela do apartamento, pintas as unhas de verde com estrelas amarelas e vice-versa. O batom dessa ocasião é verde e no vestuário não vão faltar as cores da bandeira brasileira.

Como diz o meu pai, "quem sai aos seus não degenera"; então o filho de peixe, peixinho é. E como uma mãe corujissima, eu não deixo de babar a minha cria.

Segue o artigo do peixinho, igualmente ufanista como a mãe e mais 199 milhões de brasileiros.






http://www.webartigos.com/articles/39992/1/Copa-do-Mundo/pagina1.html


07 junho, 2010

A ostra e o vento



Com Ná Ozetti

A Ostra e o Vento
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque

Vai a onda
Vem a nuvem
Cai a folha
Quem sopra meu nome?
Raia o dia
Tem sereno
O pai ralha
Meu bem trouxe um perfume?
O meu amigo secreto
Põe meu coração a balançar
Pai, o tempo está virando
Pai, me deixa respirar o vento
Vento

Nem um barco
Nem um peixe
Cai a tarde
Quem sabe meu nome?
Paisagem
Ninguém se mexe
Paira o sol
Meu bem terá ciúme?
Meu namorado erradio
Sai de déu em déu a me buscar
Pai, olha que o tempo vira
Pai, me deixa caminhar ao vento
Vento

Se o mar tem o coral
A estrela, o caramujo
Um galeão no lodo
Jogada num quintal
Enxuta, a concha guarda o mar
No seu estojo
Ai, meu amor para sempre
Nunca me conceda descansar
Pai, o tempo vai virar
Meu pai, deixa me carregar o vento
Vento
Vento, vento

O Filme

Sexy Snape

06 abril, 2010

Mudança


Olá amigos! Pouco tempo para escrever e muita coisa para arrumar: estou de mudança para uma casa nova. Eu e estes quintais que devem sair do blogspot, mudar a estrutura e os ares...

O fato é que em 25 anos, me mudei 5 vezes, esta será a 6ª e espero que última. Mais do que acumular mobília, tenho o orgulho de acumular apenas boas lembranças de todos os locais em que morei.

Ando enrolada com tanta coisa para empacotar, a vontade era me enfiar numa carta e pedir para ser "despachada" por Sedex. Só de pensar que essa bagunça tem que sair das caixas, já fico arrepiada. Penso que em um mês, com sorte, já devo ter tudo em ordem.

Então estarei pronta para fazer as malas e pegar o avião para matar as saudades que tenho da terrinha. Eu pensei que 2009 tinha sido um ano de mudanças e o ponto tinha sido colocado no fim, ledo engano, parece que 2010 não vai ficar devendo nada ao anterior.

O blog também já trocou de casa algumas vezes, essa é a terceira. Como fico sem net até me instalar no novo endereço, acho que está será a última postagem no blogspot. Bem, veremos...

Carrego comigo a certeza de estar caminhando sempre em direção a uma vida melhor.

Só posso dizer uma coisa: muito obrigada! Se a vida nos oferece escolhas, prefiro deixar o pudor de lado e escolher apenas o MELHOR.


Beijos

31 março, 2010

Alice No País das Maravilhas

O burburinho que o filme Alice do Tim Burton tem causado anda me deixando mais maluca do que o Chapeeiro Maluco, logo que que sou fãZissima do trio Burton, Deep e Helena B.Carter. Desde que o filme foi anunciado, tenho esperado ansiosamente por sua estréia nas telonas tupiniquins. Não vejo a hora de tomar meu assento, alguma pioca e coca cola (guaraná anda muito doce), para embarcar nessa viagem.

Quem não conhece a história de Alice no país das Maravilhas? Além de uma série de características que lhe são peculiares, o melhor é o clima nonsense presente na narrativa.

Mas sabe o que é a graça do livro aos meus olhos? A imaginação pura e simples a passear em um mundo de pernas pro ar. Em mundo predominantemente cinza, vale a pena conhecer as maravilhas do mundo pelos olhos de Alice.

No início é apenas Alice em uma tarde preguiçosa a beira do rio, e num piscar de olhos, ela já segue um coelho e cai num buraco. E vai caindo, caindo, caindo, caindo até para num lugar estranho com muitas criaturas esquisitas. Há uma porta fechada por onde ela não consegue passar, em seguida ela muda de tamanho várias vezes, toma o chá mais louco da paróquia e joga críquete com a rainha, mas se Alice ganhar, que claro fique: “Cortem-lhe a cabeça!” A pergunta que fica é ” e aí? Alice volta ou não volta ao mundo real”?

Aqui o que importa é o interlúdio. O lapso de tempo em que Alice vive a sua aventura. Já se imaginou em estado de movimento constante onde é possível adentrar dimensões sem medidas e conhecer lugares sempre novos? Assumir corporeidades várias num só dia? Ufa! “Ter muitos tamanhos no mesmo dia é muito confuso!”

Os diálogos que Alice tem com seus próprios pensamentos são um show a parte. Eu fico fascinada com a forma como Carroll trata as palavras de modo que se tornam visuais por si mesmas. Ele usa e abusa de metáforas inusitadas com tanta maestria que há os que pensam com seus botões “esse cara se drogava ou algo assim”?

Não. Apenas uma imaginação linda demais para se encaixar no universo de controle em que vivemos. E o livro trata justamente de um manifesto contra o controle e o condicionamento a que nos impomos. Se precisamos de regras para viver, porque não pensamos o porquê delas existirem? Porque é certo o que se diz ser o certo?

Porque não questionar o pronto?

O livro fala de crescimento também. Em busca da sua identidade, Alice está simplesmente sendo. Sem supostos e pressupostos, encanta-se com que vê. Não é lindo viver curiosando?

O livro tem muitas fendas e portas fechadas sendo preciso abri-las com a chave da imaginação. Eu pergunto: Você está disposto a tentar abri-las? Entre na toca do coelho e vá para muito além da imaginação de Alice…

Agora é esperar pelo filme, roendo os dedos.

Ah, quando soube do projeto logo pensei que meu ídolo Depp seria perfeito no papel do Gato, o Gato Sparrow, digo Cheshire. Bem, ele acabou encarnando seu lado Edward Mãos de Tesoura no papel de Chapeleiro Louco e apesar dos comentários infames sobre a sexualidade duvidosas desse Chapeleiro Louco meio Drag Queen, eu até que curti e continuo curtindo as loucuras visuais de Burton.

Por enquanto é só, quem não leu o livro (nada de versões), trate de começar. Quanto ao filme, é só aguardar mais alguns dias.

- Saiba um Pouco Sobre Este Clássico:
Texto retirado da Wikipedia


Alice's Adventures in Wonderland (freqüentemente abreviado para "Alice in Wonderland"), é a obra mais conhecida de Lewis Carroll e uma das mais célebres do gênero literário nonsense, sendo considerada obra clássica da literatura inglesa. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai em uma toca de coelho e vai parar num lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas.


O livro faz brincadeiras e enigmas lógicos, o que contribuiu para sua popularidade. Carroll também faz alusões a poemas da era vitoriana e a alguns de seus conhecidos, o que torna a obra mais difícil de ser compreendida por leitores contemporâneos. É uma das obras escritas da literatura inglesa que tiveram mais adaptações na história do cinema, TV e teatro.


A história de Alice se originou em 1862, quando Charles Lutwidge Dodson fazia um passeio de barco no rio Tâmisa com sua amiga Alice Pleasance Liddell (com 10 anos na época) e suas duas irmãs. Lá ele começou a contar uma história que deu origem à atual. A Alice do mundo real pediu-lhe que ele lhe escrevesse o conto.

Dodgson atendeu ao pedido e em 1864 ele a presenteou com um manuscrito chamado Alice's Adventures Underground, ou As Aventuras de Alice Embaixo da Terra. Mais tarde ele decidiu publicar o livro e mudou a versão original, aumentando de 18 mil palavras para 35 mil, notavelmente acrescentando as cenas do Gato de Cheshire e do Chapeleiro Louco (ou Chapeleiro Maluco).

A tiragem inicial de dois mil exemplares de 1865 foi removida das prateleiras, devido a reclamações do ilustrador John Tenniel sobre a qualidade da impressão. A segunda tiragem esgotou-se nas vendas rapidamente, e a obra se tornou um grande sucesso, tendo sido lida por Oscar Wilde e pela rainha Vitória e tendo sido traduzida para mais de 50 línguas.

(...)


"Alice no País das Maravilhas", juntamente com sua continuação, "Alice através do Espelho", são obras que influenciam diversos autores, e muito apresentado nas novelas gráficas, como "A Liga Extraordinária", de Alan Moore e "Sandman", do Neil Gaiman.
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- Personagens

Alice: é a protagonista principal da história
The White Rabbit (Coelho Branco): é quem inicia a aventura, quando Alice o segue até a toca. Ele carrega um relógio e parece estar sempre atrasado...

The Mouse (Rato)
The Dodo (Dodo)
The Lory (Arara)
The Eaglet (Aguieta)
The Duck (Pato)
Bill, the Lizard (Lagarto)
The Caterpillar (Lagarta)
The Duchess (Duquesa)
The Cheshire Cat (Gato Cheshire ou Gato Risonho)
The Mad Hatter (Chapeleiro Maluco) e The March Hare (Lebre de Março): totalmente loucos, sempre estão tomando chá, porque, segundo eles, o Chapeleiro brigou com o tempo e sempre são 6 horas da tarde para eles.
The Dormouse (Dormidongo): está sempre dormindo, e ocasionalmente acorda durante alguns segundos.
The Queen of Hearts (Rainha de Copas) e The King of Hearts (Rei de Copas): A raivosa e autoritária Rainha vive mandando que seus criados (cartas de baralho) cortem a cabeça de todos os seus convidados, mas o Grifo disse que isso é apenas fantasia dela.
The Knave of Hearts (Valete de Copas)
The Mock Turtle (Tartaruga Falsa)
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- Alusões e Referências

O livro pode ser interpretado de várias maneiras. Uma das interpretações diz que a história representa a adolescência, com uma entrada súbita e inesperada (a queda na toca do coelho, iniciando a aventura), além das diversas mudanças de tamanho e a confusão que isso causa em Alice, ao ponto de ela dizer que não sabe mais quem é após tantas transformações (o que se identifica com a psicologia adolescente). Também é possível dizer que a obra faz referências a questões de lógica e à matemática, matéria que Carroll lecionava. Um exemplo é o debate que Alice faz com o Chapeleiro e a Lebre de Março sobre relações inversas (o Chapeleiro argumenta que ver o que se come não é o mesmo que comer o que se vê). Carroll também faz referências à língua francesa, como no capítulo 2, onde Alice se comunica com um camundongo em francês, perguntando "Où est ma chatte?" ("onde está a minha gata"), o que o deixa assustado. Além disso, no capítulo 4, um criado do Coelho Branco diz que estava cavando maçãs, uma provável referência à expressão que significa "batata" em francês, "pomme de terre"; a tradução literal dessa expressão é "maçã da terra".



Fonte: Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_no_Pa%C3%ADs_das_Maravilhas)

Obs.: Adorei esse texto encontrado na Wikipedia e não poderia deixar de publicá-lo.
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- Outras Capas:



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- Novas Ilustrações:


Para quem não sabe, os personagens de diversos contos infantis estão ganhando novas caras nas mãos de alguns ilustradores. E nesse caso, de infantil não tem nada! Nem Alice escapou...








Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll (os livros, a obra e curiosidades)

Alice no País das Maravilhas

Autor: Lewis Carroll


Editora: Cosac Naify
Ilustração: Luiz Zerbini
Tradução: Nicolau Sevcenko
Quarta Capa: Ana Maria Machado
ISBN: 9788575038499
ISBN: 8575038494 8575038494

1ª. Edição / 2009
168 Páginas




- Sinopse:

Alice no País das Maravilhas, um dos grandes clássicos de todos os tempos ganha edição radical, em versão integral, traduzida pelo historiador e professor da Universidade de Harvard Nicolau Sevcenko (1952-). As ilustrações de Luiz Zerbini (1959-) são um espetáculo à parte. O artista plástico paulista criou cenários feitos de cartas de baralho das quais saltam os personagens, por meio de recortes. As maquetes foram fotografadas com iluminação teatral. No estilo nonsense que o tornou único, o livro conta a história das aventuras de Alice ao cair numa toca de coelho, que a leva a um lugar povoado por criaturas fantásticas e enigmas. A edição é complementada por indicações de ensaios sobre Alice, biografia do autor e uma relação de artistas que já se aventuraram pelo País das Maravilhas, além de uma pequena filmografia baseada na obra original.


Alice No País Das Maravilhas - Edição Especial

Autor: Lewis Carroll


Editora: Cosac Naify
Ilustração: Luiz Zerbini
Tradução: Nicolau Sevcenko
Quarta Capa: Ana Maria Machado

ISBN: 9788575038772
ISBN: 857503877x 857503877x

1ª. Edição / 2009
168 Páginas



- Sinopse:

Edição rara e Especial, capa diferenciada, papel especial (GardaPat Kiara) e caixa que simula a de baralho.

A Cosac Naify preparou uma edição especial e limitada de Alice no País das Maravilhas, de 3 mil exemplares, para colecionadores e apreciadores de livros-arte. A tiragem é impressa em quatro cores no delicado papel Gardapat e apresenta cantos arredondados, capa ousada, sem qualquer texto. O conjunto vem dentro de uma caixa estilizada que simula a embalagem de baralho. Um dos grandes clássicos de todos os tempos, o livro ganha edição radical, em versão integral, traduzida pelo historiador e professor da Universidade de Harvard Nicolau Sevcenko (1952-). As ilustrações de Luiz Zerbini (1959-) são um espetáculo à parte. O artista plástico paulista criou cenários feitos de cartas de baralho das quais saltam os personagens, por meio de recortes. As maquetes foram fotografadas com iluminação teatral. No estilo nonsense que o tornou único, o livro conta a história das aventuras de Alice ao cair numa toca de coelho, que a leva a um lugar povoado por criaturas fantásticas e enigmas. A edição, em papel couché e cantos arredondados, é complementada por indicações de ensaios sobre Alice, biografia do autor e uma relação de artistas que já se aventuraram pelo País das Maravilhas, além de uma pequena filmografia baseada na obra original.



"Comece pelo começo, siga até chegar ao fim e então, pare".
– Lewis Carroll em Alice no País das Maravilhas.

A bailarina