com seu amor...
14 fevereiro, 2009
12 fevereiro, 2009
A Lenda do Guaraná
Conta a lenda que um casal de índios Maués, viviam juntos a muitos anos e ainda não tinham filhos. Um dia, pediram a Tupã para dar-lhes uma criança. Tupã atendeu o desejo do casal e deu-lhes um lindo menino, que cresceu cheio de graça e beleza e se tornou querido de toda a tribo. No entanto, Jurupari, o Deus da escuridão e do mal, sentia muita inveja do menino e decidiu matá-lo. Certo dia, quando o menino foi coletar frutos na floresta, Jurupari aproveitou para se transformar numa serpente venenosa e matar o menino.
Neste momento, fortes trovões ecoaram por toda a aldeia, e relâmpagos luziam no céu em protesto. A mãe, chorando em desespero ao achar seu filho morto, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã. Em sua crença, Tupã dizia-lhe que deveria plantar os olhos da criança e que deles nasceria uma nova planta, dando saborosos frutos, que fortaleceria os jovens e revigoraria os velhos. E os índios, plantaram os olhos da criança e regavam todos os dias.
Logo mais, nesse lugarzinho onde foi enterrado os olhos do indiozinho, nasceu o Guaraná, cujos frutos, negros como azeviche, envoltos por uma orla branca em sementes rubras, são muito semelhantes aos olhos dos seres humanos
05 fevereiro, 2009
Já foi gentil hoje?
Conseguiu ter uma dessas atitudes e ela veio naturalmente sem esforços ou "bufares" de mais?
- Sim?
Ah, então você foi gentil! E aposto que não foi tão dificil.
Desculpem se estou piegas hoje, mas pensando bem, ser piegas é algo que vem me abraçando e aquecendo cada vez mais. Se eu ficar muito enjoativa no meu ser pieguas, entendam que é uma fase e oxalá que tenha vibdo para ficar.
A minha gentileza de hoje foi: Não ter medo de ser piegas. Mas pratico muito dos outros, e quem conhece sabe.
• Dê passagem: na rua, no elevador, no banco, no trânsito. Sempre que puder, ceda sua vez.
• Não se esqueça das palavras mágicas: bom dia, por favor, com licença, obrigada. Inclua também o “posso?” Ou ainda: que bom!
• Surpreenda uma pessoa do seu convívio dando a ela algo que você adoraria receber. Pode ser um elogio, um abraço ou apenas ouvidos. E isso num dia qualquer, sem motivo especial.
• Não tenha medo de ser piegas. Se a chance se apresentar, ajude uma pessoa idosa ou uma criança a atravessar a rua. Ou resgate um gatinho do telhado!
• Retorne os telefonemas, responda aos e-mails, agradeça os convites que receber, mesmo que não possa ir. É sinal de consideração e ajuda a manter o tom de cordialidade nas suas relações.
• Numa situação em que várias pessoas estão debatendo ideias, escute primeiro e aguarde o seu momento de argumentar. É uma atitude sábia que valoriza a palavra do outro e também a sua.
• Sempre agradeça os favores que lhe fazem e as coisas bacanas que lhe oferecem. Reconhecer a cortesia alheia é um modo de ser gentil.
• Cuide do jardim, coloque flores na casa. Agradeça a presença de uma árvore no seu caminho. Invente o seu modo de reverenciar a Terra, a nossa grande mãe.
• Elogie o seu querido.
• Faça valer a máxima de “aceitar a diferença”. Pense em algo que não compartilha com seu companheiro.
• Aceite que ele fez uma escolha diferente da sua.
• Sorria sempre. É um jeito de receber bem as pessoas e ser bem recebida. Basta ser cordial. Não é o caso de demonstrar alegria ou afeto se você não sente isso. A gentileza é uma delicadeza, nunca uma simulação.
• Viu alguém atrapalhado, carregando mil pacotes ou um objeto pesado? Dê uma mãozinha.
• Cultive apenas pensamentos positivos. Esvaziar-se das toxinas mentais alivia... E, se você estiver bem, a chance de ser atenciosa com os outros aumenta.
• Doe o seu tempo e faça companhia para quem está de luto ou sofrendo com solidão. A presença de uma amiga é tudo nessa hora.
Não julgue nada nem ninguém (vale para você também). Diante de uma situação desagradável, não acuse nem se mortifique. Apenas registre suas sensações. Esse exercício aumenta o grau de tolerância às imperfeições.
• Faça um bem. Qualquer um.
• Tenha paciência com os chatos. Use o bom humor como antídoto.
Expresse gratidão a quem lhe ensina – seja um professor ou um amigo. Dê flores, um abraço ou, se isso fizer sentido para você, ofereça uma oração.
• Conte aos filhos, ou crianças do seu convívio, algo que aprendeu com seus mestres inesquecíveis.
• Empreste o ótimo livro que você terminou de ler.
• Compartilhe os e-mails engraçados que recebe – mas não envie correntes. Até hoje ninguém morreu por ter encerrado uma dessas chateações.
• A vida seria mais difícil sem a ajuda da empregada ou da babá? Agradeça sinceramente o apoio delas.
• Pare o carro para deixar uma pessoa atravessar, mesmo que ela não esteja na faixa de pedestres.
• Procure o lado bom das situações e das pessoas. E fale a respeito. O papo vai ficar mais interessante.
• Perdoe uma mágoa do passado. É muita gentileza dar uma segunda chance a alguém que pisou na bola.
• Depois de muitas de gentileza, se você começar a se sentir “superior” por ser uma pessoa tão legal, encare esse orgulho com humor – ótima hora para rir de si mesma e da sua empáfia!
Se chegou até aqui, obrigada pela gentileza, que o texto lhe toque como me tocou e faça refletir sobre todos os gestos de gentileza que podemos trazer para nosso dia-a-dia
- Sim?
Ah, então você foi gentil! E aposto que não foi tão dificil.
Desculpem se estou piegas hoje, mas pensando bem, ser piegas é algo que vem me abraçando e aquecendo cada vez mais. Se eu ficar muito enjoativa no meu ser pieguas, entendam que é uma fase e oxalá que tenha vibdo para ficar.
A minha gentileza de hoje foi: Não ter medo de ser piegas. Mas pratico muito dos outros, e quem conhece sabe.
• Dê passagem: na rua, no elevador, no banco, no trânsito. Sempre que puder, ceda sua vez.
• Não se esqueça das palavras mágicas: bom dia, por favor, com licença, obrigada. Inclua também o “posso?” Ou ainda: que bom!
• Surpreenda uma pessoa do seu convívio dando a ela algo que você adoraria receber. Pode ser um elogio, um abraço ou apenas ouvidos. E isso num dia qualquer, sem motivo especial.
• Não tenha medo de ser piegas. Se a chance se apresentar, ajude uma pessoa idosa ou uma criança a atravessar a rua. Ou resgate um gatinho do telhado!
• Retorne os telefonemas, responda aos e-mails, agradeça os convites que receber, mesmo que não possa ir. É sinal de consideração e ajuda a manter o tom de cordialidade nas suas relações.
• Numa situação em que várias pessoas estão debatendo ideias, escute primeiro e aguarde o seu momento de argumentar. É uma atitude sábia que valoriza a palavra do outro e também a sua.
• Sempre agradeça os favores que lhe fazem e as coisas bacanas que lhe oferecem. Reconhecer a cortesia alheia é um modo de ser gentil.
• Cuide do jardim, coloque flores na casa. Agradeça a presença de uma árvore no seu caminho. Invente o seu modo de reverenciar a Terra, a nossa grande mãe.
• Elogie o seu querido.
• Faça valer a máxima de “aceitar a diferença”. Pense em algo que não compartilha com seu companheiro.
• Aceite que ele fez uma escolha diferente da sua.
• Sorria sempre. É um jeito de receber bem as pessoas e ser bem recebida. Basta ser cordial. Não é o caso de demonstrar alegria ou afeto se você não sente isso. A gentileza é uma delicadeza, nunca uma simulação.
• Viu alguém atrapalhado, carregando mil pacotes ou um objeto pesado? Dê uma mãozinha.
• Cultive apenas pensamentos positivos. Esvaziar-se das toxinas mentais alivia... E, se você estiver bem, a chance de ser atenciosa com os outros aumenta.
• Doe o seu tempo e faça companhia para quem está de luto ou sofrendo com solidão. A presença de uma amiga é tudo nessa hora.
Não julgue nada nem ninguém (vale para você também). Diante de uma situação desagradável, não acuse nem se mortifique. Apenas registre suas sensações. Esse exercício aumenta o grau de tolerância às imperfeições.
• Faça um bem. Qualquer um.
• Tenha paciência com os chatos. Use o bom humor como antídoto.
Expresse gratidão a quem lhe ensina – seja um professor ou um amigo. Dê flores, um abraço ou, se isso fizer sentido para você, ofereça uma oração.
• Conte aos filhos, ou crianças do seu convívio, algo que aprendeu com seus mestres inesquecíveis.
• Empreste o ótimo livro que você terminou de ler.
• Compartilhe os e-mails engraçados que recebe – mas não envie correntes. Até hoje ninguém morreu por ter encerrado uma dessas chateações.
• A vida seria mais difícil sem a ajuda da empregada ou da babá? Agradeça sinceramente o apoio delas.
• Pare o carro para deixar uma pessoa atravessar, mesmo que ela não esteja na faixa de pedestres.
• Procure o lado bom das situações e das pessoas. E fale a respeito. O papo vai ficar mais interessante.
• Perdoe uma mágoa do passado. É muita gentileza dar uma segunda chance a alguém que pisou na bola.
• Depois de muitas de gentileza, se você começar a se sentir “superior” por ser uma pessoa tão legal, encare esse orgulho com humor – ótima hora para rir de si mesma e da sua empáfia!
Se chegou até aqui, obrigada pela gentileza, que o texto lhe toque como me tocou e faça refletir sobre todos os gestos de gentileza que podemos trazer para nosso dia-a-dia
Memórias De Um Beijo
Trovante
Composição: Luís Represas
Lembras-me uma marcha de lisboa
Num desfile singular,
Quem disse
Que há horas e momentos p´ra se amar
Lembras-me uma enchente de maré
Com uma calma matinal
Quem foi
Quem disse
Que o mar dos olhos também sabe a sal
[refrão]
{as memórias são
Como livros escondidos no pó
As lembranças são
Os sorrisos que queremos rever, devagar}
Queria viver tudo numa noite
Sem perder a procurar
O tempo, ou o espaço
Que é indiferente p´ra poder sonhar
Composição: Luís Represas
Lembras-me uma marcha de lisboa
Num desfile singular,
Quem disse
Que há horas e momentos p´ra se amar
Lembras-me uma enchente de maré
Com uma calma matinal
Quem foi
Quem disse
Que o mar dos olhos também sabe a sal
[refrão]
{as memórias são
Como livros escondidos no pó
As lembranças são
Os sorrisos que queremos rever, devagar}
Queria viver tudo numa noite
Sem perder a procurar
O tempo, ou o espaço
Que é indiferente p´ra poder sonhar
04 fevereiro, 2009
30 janeiro, 2009
05 janeiro, 2009
FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
A mudança da rotina cotidiana que ajuda a restaurar o corpo, a mente e a disposição das pessoas chama-se férias. É pra lá que eu vou!
Barbara Kruger

Super rich/Ultra gorgeous/ Extra skinny/ Forever young, 1997
Photographic silkscreen/vinyl
213.36 x 236.22 cm, 84 x 93 in

Untitled (Seeing through you), 2004
Photolithograph, composition and sheet
h: 60 x w: 72 in / h: 152.4 x w: 182.9 cm

Untitled (Taste), 2005
Photograph
20 x 12 inches
No trabalho "Untitled, We are not what we seem, 1988", de grandes dimensões, vista isoladamente, a seção do lado esquerdo desta obra assemelha-se a um retrato de uma modelo elegante dos anos 50. à medida que olhamos para a direita, somos surpreendidos pela imagem constratante da mesma mulher inseririndo uma enorme lente de contacto no olho.
As palavras inseridas em intervalos iguais no centro da composição distraem a nossa atenção. A simples justaposição das palavras e da imagem lembra o design comercial, refletindo o passado de Kruger como directora artística de uma revista feminina.
Através da técnica da montagem, ela corta ou amplia imagens encontradas, que são sobrecarregadas de afirmações atacando a opressão, a hipocrisia e a estrutura do poder pela qual os homens assumem o controloe Kruger exerceu forte influência sobre a arte e a teoria feministas. Ao trabalhar na "arena públuca" - placares, T-shirts e livros - e ao utilizar um estilo familiar, Kryger garante a fácil acessibilidade das suas mensagens, aumentando a sua eficácia como comentantarista social e agitadora política. Barbara Kruger nasceu em Newark, NJ (EUA) em 1945.
O Castelo Branco
Apesar de ter ganho o Prêmio Nobel da Literatura em 2006, o turco Orhan Pamuk em seu pais sofreu ameaças de morte devido a seus livros e críticas que falam de anos de segregação e genocídio do passado histórico da Turquia. Comparado A Jorge Luis Borges e Italo Calvino, o escritor é uma das figuras mais interessantes no meio literário da atualidade, um grande contador de história que
O primeiro romance que deu a Pamuk fama mundial, O Castelo Branco é uma narrativa histórica passada no século XVI sobre um italiano que chega ao Império Turco-otomano como escravo e encontra a redenção como conselheiro direto do sultão.
Uma breve história, um diálogo livre sobre modernização e suas ironias. Originalmente publicado na Turquia em 1985, o livro possui um prefácio fictício de um tal Faruk Darvinoglu que descobriu um manuscrito em um arquivo empoeirado da capital turca.
No manuscrito está a história de um jovem veneziano, um engenheiro que viaja de Veneza para Nápoles, que narra como foi capturado e levado prisioneiro por piratas turcos, para o mercado de escravos em Istambul. Na antiga Bizâncio se torna o escravo de um outro estudioso, porém ainda um aspirante, conhecido como Hoja (professor ou mestre), um homem com sua mesma idade e com quem tem uma forte semelhança física. Hoja é um homem obcecado para restabelecer a superioridade do Império Otomano perante os europeus, querendo dominar a ciência dos mestres do Renascimento, e força o narrador-protagonista a ensina-lhe tudo que sabia, começando com a filosofia, indo da astronomia a medicina.
Juntos, passam as próximas décadas engajados em diversas investigações pseudo-intelectuais sobre quase tudo, constroem armamentos e brinquedos com fogos de artificio para o jovem Sultão e passam a viver entre sua casa e os jogos da nobreza otomana, atraindo a inveja de muitos.
Com a chegada de uma praga, que é talvez, interrompida por medidas de saúde pública instauradas pelo narrador, os dois possuem cada vez mais respeito do líder dos turcos. E Hoja ver a oportunidade de colocar suas idéias em prática, construir uma arma poderosa para ser usada na campanha contra os poloneses e o epônimo inexpugnável Castelo Branco.
Um trecho do livro que mostra essa relação é o seguinte: "(...)E finalmente chegamos a um ponto de onde se via o castelo. Erguia-se no alto de um morro bem elevado; a luz enviesada do sol poente tingia de um vermelho desbotado os estandartes hasteados nas suas torres. E era branco; imaculado e belo(...)" página 177
Pamuk coloca nas páginas de O Castelo Branco, a frustração, o atraso, a claustrofobia e a futilidade em seus personagens que vivem e movem-se em relação aos seus sentimentos de perda. O próprio Faruk, para quem não conhece a obra de Pamuk, saberá que é o protagonista de um livro anterior, um truque intertextual que lembra as obras de Calvino e Borges. Um enredo simples que no último capitulo desafia o leitor e coloca que os dois personagens são os aspectos de uma única pessoa.
O autor se interessa nos temas natureza da identidade e a colisão de culturas, bem como a própria natureza da realidade, evidenciado tanto em O Castelo branco como em outras obras suas. Contudo, nesse novo livro a tensão entre Ocidente e Oriente é tratada de forma bastante superficial, como vemos nos gostos ocidentais de Hoja e do Sultão, uma sátira da fluidez do caráter nacional turco. Por fim, uma boa introdução ao particularmente importante escritor turco que muitos têm comparado com Eco, Kafka, Borges, Calvino e Kundera, uma leitura gratificante.
O primeiro romance que deu a Pamuk fama mundial, O Castelo Branco é uma narrativa histórica passada no século XVI sobre um italiano que chega ao Império Turco-otomano como escravo e encontra a redenção como conselheiro direto do sultão.
Uma breve história, um diálogo livre sobre modernização e suas ironias. Originalmente publicado na Turquia em 1985, o livro possui um prefácio fictício de um tal Faruk Darvinoglu que descobriu um manuscrito em um arquivo empoeirado da capital turca.
No manuscrito está a história de um jovem veneziano, um engenheiro que viaja de Veneza para Nápoles, que narra como foi capturado e levado prisioneiro por piratas turcos, para o mercado de escravos em Istambul. Na antiga Bizâncio se torna o escravo de um outro estudioso, porém ainda um aspirante, conhecido como Hoja (professor ou mestre), um homem com sua mesma idade e com quem tem uma forte semelhança física. Hoja é um homem obcecado para restabelecer a superioridade do Império Otomano perante os europeus, querendo dominar a ciência dos mestres do Renascimento, e força o narrador-protagonista a ensina-lhe tudo que sabia, começando com a filosofia, indo da astronomia a medicina.
Juntos, passam as próximas décadas engajados em diversas investigações pseudo-intelectuais sobre quase tudo, constroem armamentos e brinquedos com fogos de artificio para o jovem Sultão e passam a viver entre sua casa e os jogos da nobreza otomana, atraindo a inveja de muitos.
Com a chegada de uma praga, que é talvez, interrompida por medidas de saúde pública instauradas pelo narrador, os dois possuem cada vez mais respeito do líder dos turcos. E Hoja ver a oportunidade de colocar suas idéias em prática, construir uma arma poderosa para ser usada na campanha contra os poloneses e o epônimo inexpugnável Castelo Branco.
Um trecho do livro que mostra essa relação é o seguinte: "(...)E finalmente chegamos a um ponto de onde se via o castelo. Erguia-se no alto de um morro bem elevado; a luz enviesada do sol poente tingia de um vermelho desbotado os estandartes hasteados nas suas torres. E era branco; imaculado e belo(...)" página 177
Pamuk coloca nas páginas de O Castelo Branco, a frustração, o atraso, a claustrofobia e a futilidade em seus personagens que vivem e movem-se em relação aos seus sentimentos de perda. O próprio Faruk, para quem não conhece a obra de Pamuk, saberá que é o protagonista de um livro anterior, um truque intertextual que lembra as obras de Calvino e Borges. Um enredo simples que no último capitulo desafia o leitor e coloca que os dois personagens são os aspectos de uma única pessoa.
O autor se interessa nos temas natureza da identidade e a colisão de culturas, bem como a própria natureza da realidade, evidenciado tanto em O Castelo branco como em outras obras suas. Contudo, nesse novo livro a tensão entre Ocidente e Oriente é tratada de forma bastante superficial, como vemos nos gostos ocidentais de Hoja e do Sultão, uma sátira da fluidez do caráter nacional turco. Por fim, uma boa introdução ao particularmente importante escritor turco que muitos têm comparado com Eco, Kafka, Borges, Calvino e Kundera, uma leitura gratificante.
02 janeiro, 2009
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