14 março, 2008
13 março, 2008
Os Miseráveis
Les Misérables (Os miseráveis) é uma das principais obras escritas pelo francês Victor Hugo no século XIX, também autor de “Os Trabalhadores do Mar” e “O Corcunda de Notre Dame” entre outras obras, que narra a situação política e social francesa no período da Insurreição Democrática em 5 de junho de 1832 através da história de Jean Valjean.
No tribunal de Faverolles, França, Jean Valjean é condenado a passar 10 anos nas galés, por roubar comida. Após cumprir a pena é posto em liberdade condicional, sendo que se não se apresentar regularmente descumprirá os termos da condicional e ficará preso por toda a vida.
Logo Valjean se sente marginalizado por todos que encontra, pois carrega o “passaporte amarelo” que o identifica como um ex-presidiário. Valjean só é ajudado pelo bispo Bienvenu , mas em vez de se mostrar grato ele rouba toda a prataria do bispo. Logo é preso, pois as peças de prata tinham o brasão do bispo. Quando Valjean é levado pelos soldados até a presença de Bienvenu, este diz que deu a prataria para Valjean e ainda diz que ele esqueceu de levar os castiçais.
Esta demonstração de bondade faz Valjean voltar a crer nas pessoas. Após alguns anos, Valjean torna-se um próspero empresário, o prefeito da cidade e um homem respeitado pela sua bondade, chegando até mesmo a adotar Cosette . Ele é realmente um pai, em parte para se redimir de ter se expressado mal e ter deixado Fantine , a mãe de Cosette, ter sido despedida da sua fábrica, que ficou em razão disto com a saúde muito abalada e ter perdido por anos a guarda da filha.
Um dia Valjean vê um aldeão preso embaixo de uma carroça pesada, e com uma força que parece ser sobre-humana, a levanta usando suas costas, o que permite que homem seja salvo. O chefe de polícia do local, Javert , que cumpre a lei ao pé da letra sem a menor clemência, assiste este feito, que o faz lembrar que um prisioneiro de galé que ele encontrou uma vez. Ele investiga o passado do prefeito e o identifica como Jean Valjean, um criminoso procurado pois nunca se apresentou para cumprir os termos da condicional.
Porém fica confuso quando um prisioneiro retardado que será julgado afirma ser Jean Valjean. Quando o julgamento estava em andamento alguns prisioneiros afirmam que ele é Valjean, mas o verdadeiro Jean Valjean, que estava no tribunal, diz que o acusado é inocente, pois ele é Jean. Isto fará Javert iniciar uma caçada sem tréguas para prender Valjean, pois a lei tem de ser cumprida.
História de uma Gata
História De Uma Gata
Chico Buarque
Composição: Enriquez/Bardotti - versão: Chico Buarque
Jumento: Querem saber? Me sinto melhor agora que somos três.
Gata: Quatro!
Cachorro: Que? Quem está aí?
Gata: Sou eu, estou aqui na árvore, miau, eu sou uma gatinha.
Cachorro:Au au
Gata: ui ai
Jumento: Para, cachorro. 1ª lição do dia, o melhor amigo do bicho é o bicho. E você gata desce da arvore.
Gata: Depende do programa.
Galinha: Nós vamos à cidade, vamos fazer um cocococonjunto você também sabe cantar a sim, infelizmente...
Todos(menos a gata): Infelizmente? ? ?
Gata: Porque fazer um som não foi nada jóia pra mim.
Jumento: Perdão como disse?
Gata: Porque cantar um musica me custou muitíssimo, miau.
Todos(menos gata): Conta.
Me alimentaram
Me acariciaram
Me aliciaram
Me acostumaram
O meu mundo era o apartamento
Detefon, almofada e trato
Todo dia filé-mignon
Ou mesmo um bom filé...de gato
Me diziam, todo momento
Fique em casa, não tome vento
Mas é duro ficar na sua
Quando à luz da lua
Tantos gatos pela rua
Toda a noite vão cantando assim
Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás
De manhã eu voltei pra casa
Fui barrada na portaria
Sem filé e sem almofada
Por causa da cantoria
Mas agora o meu dia-a-dia
É no meio da gataria
Pela rua virando lata
Eu sou mais eu, mais gata
Numa louca serenata
Que de noite sai cantando assim
Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás
História de uma Gata e os Saltimbancos
História De Uma Gata
Chico Buarque
Composição: Enriquez/Bardotti - versão: Chico Buarque
Jumento: Querem saber? Me sinto melhor agora que somos três.
Gata: Quatro!
Cachorro: Que? Quem está aí?
Gata: Sou eu, estou aqui na árvore, miau, eu sou uma gatinha.
Cachorro:Au au
Gata: ui ai
Jumento: Para, cachorro. 1ª lição do dia, o melhor amigo do bicho é o bicho. E você gata desce da arvore.
Gata: Depende do programa.
Galinha: Nós vamos à cidade, vamos fazer um cocococonjunto você também sabe cantar a sim, infelizmente...
Todos(menos a gata): Infelizmente? ? ?
Gata: Porque fazer um som não foi nada jóia pra mim.
Jumento: Perdão como disse?
Gata: Porque cantar um musica me custou muitíssimo, miau.
Todos(menos gata): Conta.
Me alimentaram
Me acariciaram
Me aliciaram
Me acostumaram
O meu mundo era o apartamento
Detefon, almofada e trato
Todo dia filé-mignon
Ou mesmo um bom filé...de gato
Me diziam, todo momento
Fique em casa, não tome vento
Mas é duro ficar na sua
Quando à luz da lua
Tantos gatos pela rua
Toda a noite vão cantando assim
Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás
De manhã eu voltei pra casa
Fui barrada na portaria
Sem filé e sem almofada
Por causa da cantoria
Mas agora o meu dia-a-dia
É no meio da gataria
Pela rua virando lata
Eu sou mais eu, mais gata
Numa louca serenata
Que de noite sai cantando assim
Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás
08 março, 2008
Teste Cerebral
Observe a figura de fundo. Segundo alguns estudiosos, se você vê a mulher
girando no sentido horário, significa que trabalha mais o lado direito do
cérebro. Se, no entanto, você a vê girar no sentido anti-horário, utiliza
mais o lado esquerdo do cérebro. Faça a experiência...
O teste é realmente sensacional. Comecei vendo o giro no sentido horário.
Quando começo a formular mentalmente questões matemáticas (que usam o lado
racional do cérebro, o esquerdo), imediatamente ela muda o sentido de giro
para anti-horário. Se eu começo a cantar, nova mudança para o sentido
horário (cantando você usa o lado direito, subjetivo, artístico).
O mais interessante nessa fórmula que encontrei é que consigo ver o instante
em que ela pára e muda o sentido de giro. E as alternâncias provocadas pelos
focos em temas objetivos e subjetivos sempre funcionam conforme indicado no
primeiro parágrafo.
Dica do Carlos Alberto Teixeira, o CAT do caderno "Informática Etc...."
do "O GLOBO"
girando no sentido horário, significa que trabalha mais o lado direito do
cérebro. Se, no entanto, você a vê girar no sentido anti-horário, utiliza
mais o lado esquerdo do cérebro. Faça a experiência...
O teste é realmente sensacional. Comecei vendo o giro no sentido horário.
Quando começo a formular mentalmente questões matemáticas (que usam o lado
racional do cérebro, o esquerdo), imediatamente ela muda o sentido de giro
para anti-horário. Se eu começo a cantar, nova mudança para o sentido
horário (cantando você usa o lado direito, subjetivo, artístico).
O mais interessante nessa fórmula que encontrei é que consigo ver o instante
em que ela pára e muda o sentido de giro. E as alternâncias provocadas pelos
focos em temas objetivos e subjetivos sempre funcionam conforme indicado no
primeiro parágrafo.
Dica do Carlos Alberto Teixeira, o CAT do caderno "Informática Etc...."
do "O GLOBO"
Amelinha
ou Amélia Claudia Garcia Colares Bucaretchi
Nascida em Fortleza (CE) em 21/07/1950
A cantora cearense lançou o primeiro disco em 1977, Flor da Paisagem, produzido pelo conterrâneo Raimundo Fagner, o mesmo que a incentivava a cantar em seus primeiros shows e posteriormente a deixar o Ceará ainda no início dos anos setenta. Mudou-se para São Paulo para cursar uma faculdade de comunicação.
De voz forte e afinada, em 1975 o jornalista Tárik de Souza a chamou de "a Gal Costa dos cearenses".
Entre os seus melhores trabalhos estão os disco 'Frevo Mulher' lançado em 1978, com as músicas “Dia branco” (de Geraldo Azevedo e Rocha), “Que me venha esse homem“ (de David Tygel e Bruna Lombardi), “Coito da Araras” (de Cátia de França) “Santa Tereza” (de Fagner e Abel Silva) com as participações do próprio Fagner e de Geraldo Azevedo.
Em 1980, a Rede Globo voltou a utilizar a fórmula dos festivais de música realizando o MBP 80. Foi muito bom para Amelinha que ficou com o segundo lugar do festival interpretando “Foi Deus quem fez você”, de Luiz Ramalho. A música acabou sendo a mais executada nas emissoras de todo o País e o compacto (formato da época) vendeu mais de um milhão de unidades.
Entre muitas músicas interpretadas por Amelinha estão os sucessos “Gemedeira” (de Robertinho de Recife), “Flor da paisagem” (Robertinho de Recife e Fausto Nilo), “Tolo na colina” (versão de Zé Ramalho para “The fool on the hill”, de Lennon e McCartney) e “Felicidade” (de Gonzaguinha).
Mais tarde, em 1982, Amelinha volta aos primeiros lugares das paradas, cantando o tema de abertura da série global Lampião e Maria Bonita, “Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor”. Permaneceu mais de 30 semanas, entre os 50 LPs mais vendidos daquele ano.
Em 1984, mudanças na vida pessoal e profissional. Separada do marido e seu principal produtor Zé Ramalho, passou a trabalhar com produção de Mariozinho Rocha, acompanhada pela galera do Roupa Nova.
Retorna à cena somente em 1994, gravando uma coletânea com os mais famosos momentos do forró. Em 1999, realiza uma turnê por todo o Brasil, interpretando canções inéditas, ao lado dos antigos sucessos.
Discografia:
1977 — Flor Da Paisagem
1978 — Frevo Mulher
1980 — Porta Secreta
1982 — Mulher Nova, Bonita e Carinhosa faz o Homem Gemer sem Sentir Dor
1983 — Romance da Lua, Lua
1984 — Água e Luz
1985 — Caminho Do Sol
1987 — Amelinha
1994 — Só Forró
1998 — Amelinha
2001 — Vento, Forró e Folia
Nascida em Fortleza (CE) em 21/07/1950
A cantora cearense lançou o primeiro disco em 1977, Flor da Paisagem, produzido pelo conterrâneo Raimundo Fagner, o mesmo que a incentivava a cantar em seus primeiros shows e posteriormente a deixar o Ceará ainda no início dos anos setenta. Mudou-se para São Paulo para cursar uma faculdade de comunicação.
De voz forte e afinada, em 1975 o jornalista Tárik de Souza a chamou de "a Gal Costa dos cearenses".
Entre os seus melhores trabalhos estão os disco 'Frevo Mulher' lançado em 1978, com as músicas “Dia branco” (de Geraldo Azevedo e Rocha), “Que me venha esse homem“ (de David Tygel e Bruna Lombardi), “Coito da Araras” (de Cátia de França) “Santa Tereza” (de Fagner e Abel Silva) com as participações do próprio Fagner e de Geraldo Azevedo.
Em 1980, a Rede Globo voltou a utilizar a fórmula dos festivais de música realizando o MBP 80. Foi muito bom para Amelinha que ficou com o segundo lugar do festival interpretando “Foi Deus quem fez você”, de Luiz Ramalho. A música acabou sendo a mais executada nas emissoras de todo o País e o compacto (formato da época) vendeu mais de um milhão de unidades.
Entre muitas músicas interpretadas por Amelinha estão os sucessos “Gemedeira” (de Robertinho de Recife), “Flor da paisagem” (Robertinho de Recife e Fausto Nilo), “Tolo na colina” (versão de Zé Ramalho para “The fool on the hill”, de Lennon e McCartney) e “Felicidade” (de Gonzaguinha).
Mais tarde, em 1982, Amelinha volta aos primeiros lugares das paradas, cantando o tema de abertura da série global Lampião e Maria Bonita, “Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor”. Permaneceu mais de 30 semanas, entre os 50 LPs mais vendidos daquele ano.
Em 1984, mudanças na vida pessoal e profissional. Separada do marido e seu principal produtor Zé Ramalho, passou a trabalhar com produção de Mariozinho Rocha, acompanhada pela galera do Roupa Nova.
Retorna à cena somente em 1994, gravando uma coletânea com os mais famosos momentos do forró. Em 1999, realiza uma turnê por todo o Brasil, interpretando canções inéditas, ao lado dos antigos sucessos.
Discografia:
1977 — Flor Da Paisagem
1978 — Frevo Mulher
1980 — Porta Secreta
1982 — Mulher Nova, Bonita e Carinhosa faz o Homem Gemer sem Sentir Dor
1983 — Romance da Lua, Lua
1984 — Água e Luz
1985 — Caminho Do Sol
1987 — Amelinha
1994 — Só Forró
1998 — Amelinha
2001 — Vento, Forró e Folia
Neruda
O jardim em Argenteul, 1873 (Le Jardim de Monet à Argenteul - les Dahlias - óleo sobre tela)
Já não se encantarão os meus olhos nos teus olhos,
já não se adoçará junto a ti a minha dor.
Mas para onde vá levarei o teu olhar
e para onde caminhes levarás a minha dor.
Fui teu, foste minha. O que mais? Juntos fizemos
uma curva na rota por onde o amor passou.
Fui teu, foste minha. Tu serás daquele que te ame,
daquele que corte na tua chácara o que semeei eu.
Vou-me embora. Estou triste: mas sempre estou triste.
Venho dos teus braços. Não sei para onde vou.
...Do teu coração me diz adeus uma criança.
E eu lhe digo adeus.
Pablo Neruda
O Beijo de Rodin
04 março, 2008
Sonhando

Encontrei essa imagem há muito tempo e não tinha especificado o nome do autor da gravura, apenas o título da obra que se chama "A Vida".
Na minha opinião deveria chamar-se SONHAR, é o que me inspira quando olho essa menina sentada num beiral de olhos fechados e um céu lúdico que abraça o dia lá fora, que também pode ser uma noite onde as estrelas assumiram as formas de balões em que um se deixou aprisionar numa gaiola.
Talvez lá esteja aquele que a faz devanear num sonho permanente e tão alheio a tudo...
02 março, 2008
Curso Abril 2008 - Nana Neném
O mês de tabalho intenso regado a baladas todos os dias deu nisso:
Obs: Fe não aparace no video não é porque deixou de ir nas baladas, diria que foi porque ela aguenta bem a jornada de 24 horas, mesmo que depois de 1 mês ela acabou entrando numa hibernação que terminará amanhã já que o esforço rendeu frutos e ela é a mais
nova contratada (designer) da empresa...
Oh coisa mais coruja!
Obs: Fe não aparace no video não é porque deixou de ir nas baladas, diria que foi porque ela aguenta bem a jornada de 24 horas, mesmo que depois de 1 mês ela acabou entrando numa hibernação que terminará amanhã já que o esforço rendeu frutos e ela é a mais
Oh coisa mais coruja!
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