Tranças e Flores nos Cabelos


Elas gostam de passar esmalte, batom, sombra e são fascinadas pelos acessórios, brincos, pulseiras, presilhas, elásticos e faixas de cabelos.

Podem até ser tímidas, mas as garotas rasgam o verbo se a pergunta é: "o que você faz para ficar mais bonita?".

Umas adoram usar maquiagem, arrumar os cabelos, usar brincos, faixas ou "maria-chiquinha" nos cabelos. Passar esmalte e batom e esmalte.

Até aas mais "pirralhinhas" não ficam atrás. Um verdadeiro xodó pelos cabelos, com inúmeras presilhas coloridas. Usar gel brilhante, passado apenas "nas pontas" para não endurecer os cabelos.

A vaidade feminina envolve o visual completo. Algumas elegem uma cor e combinam todo o vestuário nos tons da cor favorita.

Eu quando menina, adorava usar tranças com um laço de fita arrematando as pontas ou flores no cabelo. Geralmente "tomadas emprestadas"dos jardins da rua onde fui criada.

4 comentários:

Anônimo disse...

“Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”, Alberto Caiero.

Anônimo disse...

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos” Fernando Pessoa

Anônimo disse...

"Quanto a mim, gosto da vida: borboletas e bolhas de sabão e todas as coisas que, entre os homens, se assemelham a elas, parecem conhecer mais sobre a felicidade. Vendo flutuar essas almas leves, tolas, móveis, pequenas - isso seduz Zarutustra a lágrimas e canções." - Nietzsche

Anônimo disse...

"As bolas de sabão que esta criança
Se entretém a largar de uma palhinha
São translucidamente uma filosofia toda.
Claras, inúteis e passageiras como a Natureza,
Amigas dos olhos como as cousas,
São aquilo que são
Com uma precisão redondinha e aérea,
E ninguém, nem mesmo a criança que as deixa,
Pretende que elas são mais do que parecem ser.

Algumas mal se vêem no ar lúcido.
São como a brisa que passa e mal toca nas flores
E que só sabemos que passa
Porque qualquer cousa se aligeira em nós
E aceita tudo mais nitidamente." Alberto Caeiro